Começo a pensar, agora que vamos a caminho do 5º mês do casamento dos nossos amigos, como bem me lembro daquela explosiva mistura de 7s.
Apesar de ainda não ter desenvolvido a ideia dos dois meses passados, uma nova ideia veio-me à memória: se hoje me lembro do dia, das histórias, das roupas, e de todo o surround que envolveu o casamento…..amanhã poderá assim não ser. Não o amanhã próximo, mas o amanhã dos 5/10 anos. E como as memórias não são só guardadas na cabeça e nos álbuns de fotografia, queria propor a todos os amigos que colaboraram no álbum que entregámos ao noivo para pensarem num novo texto: aquele dia em Viana.
Como o álbum ainda se encontra com bastantes folhas livres (culpa minha pois tinha apalavrado aos noivos que as ia preencher com as fotos tiradas na nossa zona!), podemos e devemos passar para lá as nossas experiências e nossas ideias.
E não é para isso que serve o blog? Sim, naturalmente que si. Mas se o blog é público, o álbum é o secret garden, ao qual só tem acesso os mais próximos, aqueles que lá escreveram ou aqueles de quem os noivos muito gostam.
E assim sendo...toca de pegar nas teclas ( no sentido figurado, claro…), puxar pela cabeça e escrever um novo texto com as impressões do dia...
domingo, 25 de novembro de 2007
terça-feira, 18 de setembro de 2007
DOIS MESES PASSADOS
Quase dois meses passaram do dia mais feliz das vossas vidas. Será tempo de fazer um balanço? Creio que sim…mas isso só vós, os noivos, o poderão fazer….para mim resta o meu balanço e as minhas memórias simples, daqueles dias:
- o Porshe…a aventura que o foi ir buscar…fazer meio Porto, à hora de ponta, com o GPS à procura de uma estrada nacional quando o mesmo estava junto ao Aeroporto. Difícil? Não! Porque hoje as orientações no Porto são simples. É ir ao estádio do Dragón e depois seguir as setas, não tem nada que enganar. E para quem entra no Porto, a ouvir a canção do Rui Veloso (quem vem e atravessa o Rio…) vê logo o imponente estádio, fica um sabor a Porto;
- o Camelo…pena tenho que fique tão longe. As suas entradas são excelente e o sarrabulho divinal. Ficou, como já se disse, a dever o leite creme…esse é para outra núpcias;
- O Teixeira dentro do Porshe..momento Kodak…para recordar….deve ser daquelas cenas que vão dar sempre um sorriso a quem as vê…
- Os vestidos das convidadas….muito giros….se nós temos que usar o fato, normalmente com gravata (ou não, como tão bem o Xôr Braga ficou),as mulheres dão um toque de classe, com vestidos que abrilhantam todo o casamento;
- A recepção em casa do noivo…..a tarde e a más horas chegámos nós, mas ainda deu para provar da excelente hospitalidade e simpatia de Viana. A foto com o Paulo, naquele momento familiar, de descontracção vai ficar para sempre no nosso álbum;
- A felicidade estampada na cara dos noivos…se o noivo está sempre mais nervoso, o sorriso de ambos irradiava toda a felicidade que estavam a sentir;
- A chegada à Igreja…procurar lugar para o carro para não perder a cerimónia, confirmar se estamos todos e esperar a entrada da noiva;
- A foto de Igreja…todo um clássico da cultura portuguesa, que a cada casamento que vou valorizo mais. Para os convidados um momento simples, para os noivos uma recordação com TODOS aqueles que presenciaram aquele dia maravilhoso;
- O cortejo..deste não posso falar pois fiquei para trás…..
- O rancho foclórico…não sendo eu um amante desta arte, trouxe um toque muito especial ao casamento. ...da terra, de diferente,….mais um momento único…
(continua)
- o Porshe…a aventura que o foi ir buscar…fazer meio Porto, à hora de ponta, com o GPS à procura de uma estrada nacional quando o mesmo estava junto ao Aeroporto. Difícil? Não! Porque hoje as orientações no Porto são simples. É ir ao estádio do Dragón e depois seguir as setas, não tem nada que enganar. E para quem entra no Porto, a ouvir a canção do Rui Veloso (quem vem e atravessa o Rio…) vê logo o imponente estádio, fica um sabor a Porto;
- o Camelo…pena tenho que fique tão longe. As suas entradas são excelente e o sarrabulho divinal. Ficou, como já se disse, a dever o leite creme…esse é para outra núpcias;
- O Teixeira dentro do Porshe..momento Kodak…para recordar….deve ser daquelas cenas que vão dar sempre um sorriso a quem as vê…
- Os vestidos das convidadas….muito giros….se nós temos que usar o fato, normalmente com gravata (ou não, como tão bem o Xôr Braga ficou),as mulheres dão um toque de classe, com vestidos que abrilhantam todo o casamento;
- A recepção em casa do noivo…..a tarde e a más horas chegámos nós, mas ainda deu para provar da excelente hospitalidade e simpatia de Viana. A foto com o Paulo, naquele momento familiar, de descontracção vai ficar para sempre no nosso álbum;
- A felicidade estampada na cara dos noivos…se o noivo está sempre mais nervoso, o sorriso de ambos irradiava toda a felicidade que estavam a sentir;
- A chegada à Igreja…procurar lugar para o carro para não perder a cerimónia, confirmar se estamos todos e esperar a entrada da noiva;
- A foto de Igreja…todo um clássico da cultura portuguesa, que a cada casamento que vou valorizo mais. Para os convidados um momento simples, para os noivos uma recordação com TODOS aqueles que presenciaram aquele dia maravilhoso;
- O cortejo..deste não posso falar pois fiquei para trás…..
- O rancho foclórico…não sendo eu um amante desta arte, trouxe um toque muito especial ao casamento. ...da terra, de diferente,….mais um momento único…
(continua)
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
terça-feira, 31 de julho de 2007
AS FOTOS
Para muitos pode parecer (e será que não é mesmo?) um misto de foleirice e parolismo levar uma máquina fotográfica para um casamento. Se há alguém que foi encarregue e está a ser pago para fazer aquilo (tirar fotos e não ser o mestre de cerimónias como alguns pensam que são) para quê os convidados se darem ao trabalho de levar uma máquina para tentar fazer, de forma amadora, a sua reportagem.
E lá andam eles (os amadores!), às aranhas, durante o casório e durante o copo de água a tentar organizar as pessoas (passa tu para ali, agora outro sorriso, tira a mão daí) para tirar umas fotos que não vão passar de alguns (poucos) álbuns pessoais, mas que, na altura parecem estar a roubar imenso tempo, principalmente quando de forma chata se interrompe o momento mais bonito da cerimónia: o copo de água……
Sinceramente considero que este é um dos casos que small is beautiful ( e sei o risco que corro ao pronunciar estas palavras !!!!!!!!). Quem tira as fotos não é o Senhor XPTO (normalmente com um grande nome artístico como Florêncio Silva ou Roberto Caldeirão) mas sim os Ruis, os Ricardos, os Tiagos e os Hugos que vão ao casamento, pessoas normais para quem aquele dia tem verdadeiramente um significado único e especial. Pessoa que querem gravar memórias em imagens de alegria, boa disposição e muita emoção. Aquele que vivem realmente o casamento e que, sempre que poderem, vão passar os olhos por aquelas imagens e recordar tudo o que neles ficou condensado nesse dia. Pessoas para quem aquele casamento não é simplesmente mais um……
Para mim as fotos são memórias, memórias de um dia, de uma época, de uma pessoa (por isso gosto tanto de tirar fotos às pessoas de quem gosto!!!)…pois às vezes são tudo o que nos resta para nos podermos lembrar do que fomos e assim compreendermos o que somos…..pois quem não tem memória acaba por viver na escuridão do ser efémero.
Ainda noutro dia fui visitar uma colega que teve recentemente um lindo bebé e, para além da sua luz de extrema alegria natural, ela revelava também uma enorme preocupação em ir escrevendo tudo sobre o bebé para que o Martim, no futuro, pudesse ver os seus primeiros dias, conhecendo-se um pouco melhor, tal como a mãe dela tinha feito com ela….e acreditem que estar a ver um álbum de bebé de uma mãe que tem o filho ao colo provoca, mesmo aos mais insensíveis, um sentimento de harmonia interior, e um leve sonhar daquilo que (quase) todos achamos devia ser o mundo….se tudo fosse assim tão simples e tão bonito……
E lá andam eles (os amadores!), às aranhas, durante o casório e durante o copo de água a tentar organizar as pessoas (passa tu para ali, agora outro sorriso, tira a mão daí) para tirar umas fotos que não vão passar de alguns (poucos) álbuns pessoais, mas que, na altura parecem estar a roubar imenso tempo, principalmente quando de forma chata se interrompe o momento mais bonito da cerimónia: o copo de água……
Sinceramente considero que este é um dos casos que small is beautiful ( e sei o risco que corro ao pronunciar estas palavras !!!!!!!!). Quem tira as fotos não é o Senhor XPTO (normalmente com um grande nome artístico como Florêncio Silva ou Roberto Caldeirão) mas sim os Ruis, os Ricardos, os Tiagos e os Hugos que vão ao casamento, pessoas normais para quem aquele dia tem verdadeiramente um significado único e especial. Pessoa que querem gravar memórias em imagens de alegria, boa disposição e muita emoção. Aquele que vivem realmente o casamento e que, sempre que poderem, vão passar os olhos por aquelas imagens e recordar tudo o que neles ficou condensado nesse dia. Pessoas para quem aquele casamento não é simplesmente mais um……
Para mim as fotos são memórias, memórias de um dia, de uma época, de uma pessoa (por isso gosto tanto de tirar fotos às pessoas de quem gosto!!!)…pois às vezes são tudo o que nos resta para nos podermos lembrar do que fomos e assim compreendermos o que somos…..pois quem não tem memória acaba por viver na escuridão do ser efémero.
Ainda noutro dia fui visitar uma colega que teve recentemente um lindo bebé e, para além da sua luz de extrema alegria natural, ela revelava também uma enorme preocupação em ir escrevendo tudo sobre o bebé para que o Martim, no futuro, pudesse ver os seus primeiros dias, conhecendo-se um pouco melhor, tal como a mãe dela tinha feito com ela….e acreditem que estar a ver um álbum de bebé de uma mãe que tem o filho ao colo provoca, mesmo aos mais insensíveis, um sentimento de harmonia interior, e um leve sonhar daquilo que (quase) todos achamos devia ser o mundo….se tudo fosse assim tão simples e tão bonito……
domingo, 29 de julho de 2007
O BAILARICO

O prometido é devido! Apesar de já se terem passado umas semanas, há muitas memórias do que aconteceu no fantástico dia 07.07.2007, em que muita gente foi feliz! Algumas coisas já foram aqui relatadas, expecto uma... a dança (ok já se falou no apitó comboio!). Devo dizer que fiquei deveras surpreendida ao ver o pessoal todo das mesas Miami Beach e Porto Côvo na pista de dança... acredito que os copos de vinho, de aguardente velha, whisky e afins ajudaram! Mas o importante é que estávamos todos lá! Cada um com o seu estilo, com a sua coreografia, mas estavam todos lá. Quer no 1,2,3 1,2,3 da valsa (ganda surpresa Sr Zé Miguel! Um verdadeiro pro!), quer na já tão comentada coreografia do Sr Gomes e do Sr Braga no "zé passarinho" (ou lá como se chama mesmo a música!), algo sui generis que ficará sem dúvida como imagem de marca (brincadeirinha amigos!). E lindo lindo foi ver a cara do Paulinho quando lhe dedicámos o famoso Apitó Comboio! E sim, eu ja vi o video e vi o Sr Hugo Cardoso a roubar doces! Ai ai!! Malandreco :)
Sem dúvida um dia que ficará guardado no meu baú de memórias e não só pela dança ;)
quinta-feira, 19 de julho de 2007
O ALBUM
Outra questão que sempre se levanta quando vamos a um casamento tem a ver com o que oferecer aos noivos. E aí surgem duas opções: oferecer o típico ou o atípico.
Por típico entende-se o tradicional envelope recheado de simpáticas notas ou de um cheque (com cobertura) e um postal, oferta dos amigos, onde se exprimem as vontades para o futuro.
Mas se a isto chamamos o típico, para o casamento dos nossos amigos tínhamos que procurar o outro lado, ou seja, o atípico.
E é aí que temos que começar a puxar pelas ideias. Sim, porque se é atípico não surge nos manuais de prendas nem o devemos ter visto em casamentos a que fomos anteriormente. Queremos algo verdadeiramente original!
Desde cedo, e sabendo quem ia ao casamento, começámos a planear o que deveríamos oferecer ao casal, sempre dentro de um espírito de criatividade.
Várias ideias apareceram: SPAs, noites de hotel, etc etc etc.
Mas queríamos mais e, por sorte, a Marlene ia passar por Coimbra, zona onde fica um dos locais com mais simbolismo da nossa história: a Quinta das Lágrimas.
Simbolismo pelo romance que está no ar, apesar da triste história que rodeia a quinta (senão não se chamava das lágrimas, não era?).
Foi aí que D. Inês de Castro foi assassinada pelos lacaios do rei D.Afonso IV, que procurava terminar de vez com as paixonetas do filho no tempo em que o amor não passava de uma palavra de 4 letras com o significado vago.
Triste recordação guarda a história do rei D. Afonso IV. Poucos de nós nos recordaremos de mais acções deste rei do que o acto bárbaro que falamos.
Com um pai destes, o filho também não podia sair com muita cabeça e a atitude de D. Pedro em forçar todos os membros da corte a beijar as mãos decompostas de D. Inês revela também uma clara perturbação ao nível mental ( depois destes, ainda tivemos o pobre D. Fernando que entendeu da pior maneira que não há duas sem três….em três guerras com Castela obteve três vitórias morais e não fosse a coragem de alguns e possivelmente ainda hoje falaríamos a língua de Cervantes, vibrávamos com o Real Madrid e o Barcelona e íamos às compras ao corte inglês……hummmm, não interessa)…..
Voltando ao ponto, a Quinta das Lágrimas é hoje um local de peregrinação para casais apaixonados cujo amor não sendo impossível pode estar ameaçado (muitas vezes pelo insensível do marido que ficou em casa….) e tem todas a condições para uns dias relaxantes e de amor. Hotel, SPA e um restaurante que é mencionado no sempre mui importante Guia da Michelin.
Apesar de trágico, o amor eterno entre Pedro e Inês continua a ser a fantasia de muitos românticos que seguem a regra dos Beatles.
Para os noivos reservamos um fim de semana no hotel, com um jantar Mónica e Paulo incluído, com massagens e acesso à piscina, jacuzzi, etc etc. Tudo para que na altura escolhida possam uma vez mais relembrar o quanto gostam um do outro num ambiente de privacidade.
Mas faltava ainda qualquer coisa……
Mentiria se afirmasse que o postal foi desde logo um item eliminado, mas todos queríamos que os nossos votos de amor e de felicidade ficassem gravados em algo mais sólido e marcante do que um simples postal que, por muito bonito que seja será sempre guardado dentro de uma caixa na arrecadação. Assim começámos logo a imaginar algo mais forte, visível e marcante e eis que surgiu a ideia do álbum. Um álbum porque acima de tudo serve sempre para guardar boas memórias, momentos felizes e bons amigos.
Se conseguíssemos encontrar um álbum grande onde fosse possível colocar parte do que sentimos pelo casal, algo onde todos aqueles que o quisesse se pudessem exprimir e onde ficassem gravadas memórias não só de alguns dos divertidos momentos que passámos juntos, como imagens de todos nós, então a memória seria bem maior e daqui a 10, 15 anos quando todos nos continuarmos a dar, alguns mais velhos, com filhos, outros na irreverente vida de solteiros, conseguiríamos recordar o dia mágico que todos vivemos a 7 de Julho de 2007.
Esse álbum tinha que ser grande e não podia ter quaisquer divisórias para darmos largas à nossa imaginação. Para que os nossos sentimentos fossem expressos da maneira que quiséssemos e para que cada um de nós sentisse que ali estava o nosso desejo para a Mónica e para o Paulo, sem censuras, apenas a nossa ligação com eles.
Tivemos depois que arranjar fotos…sim porque tínhamos que ter fotos para encher o álbum pois, mesmo que todos quiséssemos escrever aquilo que sentíamos, as fotografias são momentos gravados no tempo e a imagem vale sempre mais do que mil palavras.
Fui para isso revirar os meus muitos ficheiros de fotos (como vocês sabem, estou sempre a tirar fotografias e….nada acontece por acaso) e obtive momentos que ficarão na nossa memória para sempre: seja a minha subida a Santa Luzia, a toalha do cheesecake da guarda, os saltos no Camelo, a sapateira à moda da Damaia ( tens que fazer outra Hugo!!),as tostas do Peter’s, o jogo de futebol em Odivelas, os jantares no estádio da Luz, o almoço em Manteigas, as peregrinações ao infante,os saltos nos jogos do Barcelona, os passeios de Moto 4, os cogumelos que tu detestas e que eu cozinho quase sempre, tudo isso e muito mais que nos faz sorrir quando puxamos pela cabeça.
Acredito que um álbum de memórias nunca está terminado e foi por isso que deixámos folhas em branco.
Com sinceridade espero que vocês gostem e que sempre que o virem se recordem de todos nós e da nossa amizade.
Como me surgiu a ideia: quando estava na Polónia recordo-me de ter estado numa loja na Ulica Wrocłlawskiego (a dos bons restaurantes!), que tinha postais, marcadores de livros e uns livros em branco. Mas não eram os típicos livros em branco com capa convencional, que diz mesmo LIVRO EM BRANCO…pareciam uns livros antigos, daqueles que encontramos nas estantes dos nossos avós, para escrever memórias e sentimentos. Livros que facilmente podem ser misturados com o melhor de Alexandre Dumas, Victor Hugo ou Fyodor Dostoevsky. Claro que comprei um mas a ideia, mais do que o livro em si, foi o que me marcou.
Por típico entende-se o tradicional envelope recheado de simpáticas notas ou de um cheque (com cobertura) e um postal, oferta dos amigos, onde se exprimem as vontades para o futuro.
Mas se a isto chamamos o típico, para o casamento dos nossos amigos tínhamos que procurar o outro lado, ou seja, o atípico.
E é aí que temos que começar a puxar pelas ideias. Sim, porque se é atípico não surge nos manuais de prendas nem o devemos ter visto em casamentos a que fomos anteriormente. Queremos algo verdadeiramente original!
Desde cedo, e sabendo quem ia ao casamento, começámos a planear o que deveríamos oferecer ao casal, sempre dentro de um espírito de criatividade.
Várias ideias apareceram: SPAs, noites de hotel, etc etc etc.
Mas queríamos mais e, por sorte, a Marlene ia passar por Coimbra, zona onde fica um dos locais com mais simbolismo da nossa história: a Quinta das Lágrimas.
Simbolismo pelo romance que está no ar, apesar da triste história que rodeia a quinta (senão não se chamava das lágrimas, não era?).
Foi aí que D. Inês de Castro foi assassinada pelos lacaios do rei D.Afonso IV, que procurava terminar de vez com as paixonetas do filho no tempo em que o amor não passava de uma palavra de 4 letras com o significado vago.
Triste recordação guarda a história do rei D. Afonso IV. Poucos de nós nos recordaremos de mais acções deste rei do que o acto bárbaro que falamos.
Com um pai destes, o filho também não podia sair com muita cabeça e a atitude de D. Pedro em forçar todos os membros da corte a beijar as mãos decompostas de D. Inês revela também uma clara perturbação ao nível mental ( depois destes, ainda tivemos o pobre D. Fernando que entendeu da pior maneira que não há duas sem três….em três guerras com Castela obteve três vitórias morais e não fosse a coragem de alguns e possivelmente ainda hoje falaríamos a língua de Cervantes, vibrávamos com o Real Madrid e o Barcelona e íamos às compras ao corte inglês……hummmm, não interessa)…..
Voltando ao ponto, a Quinta das Lágrimas é hoje um local de peregrinação para casais apaixonados cujo amor não sendo impossível pode estar ameaçado (muitas vezes pelo insensível do marido que ficou em casa….) e tem todas a condições para uns dias relaxantes e de amor. Hotel, SPA e um restaurante que é mencionado no sempre mui importante Guia da Michelin.
Apesar de trágico, o amor eterno entre Pedro e Inês continua a ser a fantasia de muitos românticos que seguem a regra dos Beatles.
Para os noivos reservamos um fim de semana no hotel, com um jantar Mónica e Paulo incluído, com massagens e acesso à piscina, jacuzzi, etc etc. Tudo para que na altura escolhida possam uma vez mais relembrar o quanto gostam um do outro num ambiente de privacidade.
Mas faltava ainda qualquer coisa……
Mentiria se afirmasse que o postal foi desde logo um item eliminado, mas todos queríamos que os nossos votos de amor e de felicidade ficassem gravados em algo mais sólido e marcante do que um simples postal que, por muito bonito que seja será sempre guardado dentro de uma caixa na arrecadação. Assim começámos logo a imaginar algo mais forte, visível e marcante e eis que surgiu a ideia do álbum. Um álbum porque acima de tudo serve sempre para guardar boas memórias, momentos felizes e bons amigos.
Se conseguíssemos encontrar um álbum grande onde fosse possível colocar parte do que sentimos pelo casal, algo onde todos aqueles que o quisesse se pudessem exprimir e onde ficassem gravadas memórias não só de alguns dos divertidos momentos que passámos juntos, como imagens de todos nós, então a memória seria bem maior e daqui a 10, 15 anos quando todos nos continuarmos a dar, alguns mais velhos, com filhos, outros na irreverente vida de solteiros, conseguiríamos recordar o dia mágico que todos vivemos a 7 de Julho de 2007.
Esse álbum tinha que ser grande e não podia ter quaisquer divisórias para darmos largas à nossa imaginação. Para que os nossos sentimentos fossem expressos da maneira que quiséssemos e para que cada um de nós sentisse que ali estava o nosso desejo para a Mónica e para o Paulo, sem censuras, apenas a nossa ligação com eles.
Tivemos depois que arranjar fotos…sim porque tínhamos que ter fotos para encher o álbum pois, mesmo que todos quiséssemos escrever aquilo que sentíamos, as fotografias são momentos gravados no tempo e a imagem vale sempre mais do que mil palavras.
Fui para isso revirar os meus muitos ficheiros de fotos (como vocês sabem, estou sempre a tirar fotografias e….nada acontece por acaso) e obtive momentos que ficarão na nossa memória para sempre: seja a minha subida a Santa Luzia, a toalha do cheesecake da guarda, os saltos no Camelo, a sapateira à moda da Damaia ( tens que fazer outra Hugo!!),as tostas do Peter’s, o jogo de futebol em Odivelas, os jantares no estádio da Luz, o almoço em Manteigas, as peregrinações ao infante,os saltos nos jogos do Barcelona, os passeios de Moto 4, os cogumelos que tu detestas e que eu cozinho quase sempre, tudo isso e muito mais que nos faz sorrir quando puxamos pela cabeça.
Acredito que um álbum de memórias nunca está terminado e foi por isso que deixámos folhas em branco.
Com sinceridade espero que vocês gostem e que sempre que o virem se recordem de todos nós e da nossa amizade.
Como me surgiu a ideia: quando estava na Polónia recordo-me de ter estado numa loja na Ulica Wrocłlawskiego (a dos bons restaurantes!), que tinha postais, marcadores de livros e uns livros em branco. Mas não eram os típicos livros em branco com capa convencional, que diz mesmo LIVRO EM BRANCO…pareciam uns livros antigos, daqueles que encontramos nas estantes dos nossos avós, para escrever memórias e sentimentos. Livros que facilmente podem ser misturados com o melhor de Alexandre Dumas, Victor Hugo ou Fyodor Dostoevsky. Claro que comprei um mas a ideia, mais do que o livro em si, foi o que me marcou.
terça-feira, 17 de julho de 2007
PARTIR O BOLO

Para além da entrada dos noivos na Igreja (principalmente da noiva), há um outro momento que me deixa com uma lágrima no canto do olhos ( atitude maricas, bem sei...).....o cortar do bolo.
Não sei se pelo simbolismo de estarem ambos diante dos convidados, pelo sentimento que revelam ao cortarem os dois, ou pela atitude de carinho ao partilharem um com o outro a primeira fatia.
Chamem-me piegas mas fico sempre emocionado.
Todavia, este casamento com um casal especial, gerou em mim um sentimento igualmente especial.
Desta vez a emoção transformou-se não em lágrimas, mas num sorriso interno, qual nascer do sol, que me invadiu de alegria.
A felicidade estampada na cara dos noivos, misto de alegria e de uma extrema concentração (afinal, se alguma coisa correr mal é uma grande bronca!), confundia-se com o orgulho de todos os convidados.
O bolo, esse tinha um aspecto delicioso (confesso que depois da espetada a minha fome ficou saciada...), com aquele castelo de chocolate coberto de morangos. Diz quem comeu (e dos que estavam perto de mim não foram assim tão poucos) que o sabor era igual ao aspecto......
Registado para mais tarde recordar ficou o vídeo que fiz e que mostra todo o momento, mesmo com todos os artistas que vão passando pela frente da câmara.
O PAI DA NOIVA

O Paulo já me tinha falado que o Sr. Tavares é um grande sportinguista, motivo de orgulho para todos os leões.
Assim sendo, nada mais natural do que procurar levar uma gravata 100% verde para o casamento da filha (poderia ser de outra maneira???).
Ora, estava o António Braga e eu no lobby do hotel quando vejo um senhor com um ar algo nervoso, com uma gravata verde.
“Tem que ser o pai da noiva” exclamei de imediato!
Naturalmente que acabei por ir falar com o senhor, relembrando logo a importância de transformar os netos em poderosos leões com garras apuradas, que possam rugir muito alto contra todas as possíveis investidas benfiquistas da parte do pai!
Assim sendo, nada mais natural do que procurar levar uma gravata 100% verde para o casamento da filha (poderia ser de outra maneira???).
Ora, estava o António Braga e eu no lobby do hotel quando vejo um senhor com um ar algo nervoso, com uma gravata verde.
“Tem que ser o pai da noiva” exclamei de imediato!
Naturalmente que acabei por ir falar com o senhor, relembrando logo a importância de transformar os netos em poderosos leões com garras apuradas, que possam rugir muito alto contra todas as possíveis investidas benfiquistas da parte do pai!
sexta-feira, 13 de julho de 2007
AS ENTRADAS
Uma das grandes tradições dos casamentos tugas é a peregrinação da igreja até ao local do copo de água. Naturalmente que neste casamento não houve qualquer quebra e assim alguns convidados percorreram Viana do Castelo em cortejo.
E digo alguns pois houve outros que, perante o calor que se fazia sentir, resolveram ir a um cafézinhho beber uma cerveja. Assim sendo e, sem pressas, matámos a sede e fizemos uma mentalização para o banquete que se seguiria.
Nada de anormal não fosse o facto de nenhum de nós ter uma real noção de onde seria o copo de água. Ficámos com a ideia que tínhamos que ir pela estrada nacional até Vila Praia de Âncora, pelo que fomos, em fila indiana, passando por localidades como a Meadela, Santa Marta de Portuzelo e um monte de outras que nunca tinha ouvido falar. Já cerca de meia hora depois resolve-mos tentar saber se estávamos bem. Sim, porque o instinto de António Braga dizia-lhe que não estávamos correctos. Tentava contactar os seus amigos (enquanto guiava...mas já com o cinto de segurança!) mas sem sucesso. O pior pesadelo tornou-se realidade: estávamos perdidos...antes do copo de água!!!!
Já antes, o casal Teixeira tinha demonstrado um tremendo sentido apostólico ao regressar a Viana (pela estrada onde estávamos perdidos!!!) para ir buscar a Eduarda que, depois de muitas cervejas, andava a aterrorizar a cidade circulando nas rotundas em sentido contrário!
O cenário era desolador!
Foi por essa altura que José Miguel Amaral salvou o dia com precisas indicações que nos conduziram ao local. O seu sangue frio contrastou com o nosso desespero e lá nos indicou que deveríamos entrar na A27 e fazer os 40 kms até ao destino.
Acabámos por chegar, já a procissão ia no adro, mas ainda a tempo de provar os deliciosos petiscos colocados à nossa disposição.
Aí, alguns dos mais esfomeados (não eu, claro!) rapinaram todas as mesas quais hordes de tribos vândalas vindos das estepes mais frias, tal a velocidade e eficiência do ataque! Parecia uma invasão. Foi presunto, croquetes, picanha (estava óptima!!!), oeur d'euves, salsichas, chouriço, mini pizzas, vinho e mais que houvesse."Retreat!!!" gritaram desesperadamente os empregados tentando salvar o restante procurando, sem sucesso, rapidamente limpar as mesas.
Não ficaria bem comigo próprio se aqui não destacasse a habilidade da Diplomacia Teixeira que sensacionalmente conseguiu arranjar uma pratada de camarões quando as mesas já estavam vazias e que acabou por fazer as delícias dos que chegaram atrasados. Quem sabe, sabe....
E digo alguns pois houve outros que, perante o calor que se fazia sentir, resolveram ir a um cafézinhho beber uma cerveja. Assim sendo e, sem pressas, matámos a sede e fizemos uma mentalização para o banquete que se seguiria.
Nada de anormal não fosse o facto de nenhum de nós ter uma real noção de onde seria o copo de água. Ficámos com a ideia que tínhamos que ir pela estrada nacional até Vila Praia de Âncora, pelo que fomos, em fila indiana, passando por localidades como a Meadela, Santa Marta de Portuzelo e um monte de outras que nunca tinha ouvido falar. Já cerca de meia hora depois resolve-mos tentar saber se estávamos bem. Sim, porque o instinto de António Braga dizia-lhe que não estávamos correctos. Tentava contactar os seus amigos (enquanto guiava...mas já com o cinto de segurança!) mas sem sucesso. O pior pesadelo tornou-se realidade: estávamos perdidos...antes do copo de água!!!!
Já antes, o casal Teixeira tinha demonstrado um tremendo sentido apostólico ao regressar a Viana (pela estrada onde estávamos perdidos!!!) para ir buscar a Eduarda que, depois de muitas cervejas, andava a aterrorizar a cidade circulando nas rotundas em sentido contrário!
O cenário era desolador!
Foi por essa altura que José Miguel Amaral salvou o dia com precisas indicações que nos conduziram ao local. O seu sangue frio contrastou com o nosso desespero e lá nos indicou que deveríamos entrar na A27 e fazer os 40 kms até ao destino.
Acabámos por chegar, já a procissão ia no adro, mas ainda a tempo de provar os deliciosos petiscos colocados à nossa disposição.
Aí, alguns dos mais esfomeados (não eu, claro!) rapinaram todas as mesas quais hordes de tribos vândalas vindos das estepes mais frias, tal a velocidade e eficiência do ataque! Parecia uma invasão. Foi presunto, croquetes, picanha (estava óptima!!!), oeur d'euves, salsichas, chouriço, mini pizzas, vinho e mais que houvesse."Retreat!!!" gritaram desesperadamente os empregados tentando salvar o restante procurando, sem sucesso, rapidamente limpar as mesas.
Não ficaria bem comigo próprio se aqui não destacasse a habilidade da Diplomacia Teixeira que sensacionalmente conseguiu arranjar uma pratada de camarões quando as mesas já estavam vazias e que acabou por fazer as delícias dos que chegaram atrasados. Quem sabe, sabe....
OS FOGUETES

O comentário da MARL recordou-me um dos mais emocionantes momentos da boda ... os foguetes à saída da igreja.
Comecei a sonhar com esses foguetes quando os vi no último casamento onde fui. Fiquei deveras maravilhado com a ideia, pois sendo original, acaba por dar um ar muito mais solene ao acontecimento.
Já sabendo do casamento da Mónica e do Paulo procurei logo saber onde foram comprados esses artefactos, questionando a noiva sobre o local onde foram comprados....em pleno copo de água!
Claro que logo em Fevereiro (para evitar azares de última hora) fui à loja e comprei os foguetes e, desde então, fiquei a imaginar como seria.
No dia do casamento, tudo estava preparado para o grand finale. Pedimos inclusive para que este momento ficasse registado para a posteridade a duas simpáticas convidadas que, munidas de máquinas fotográficas, iriam realizar um filme.
Tínhamos alinhavado que seria quando o casal entrasse no segundo rol de escadas para dar um efeito mais belo mas, na hora da verdade, Tiago Teixeira não aguentou a emoção e foi o primeiro a fazer voar os confettis. Claro que os outros, Hugo, Ricardo e eu, fomos na onda, se calhar na tentativa de ver quem não era o último e acabámos por não respeitar o combinado.
O que se seguiu vai ficar na memória dos presentes.....só dos presentes pois as camara-women não apanharam nada!!!...ao invés do tradicional arroz e das pétalas, os noivos foram também recebidos por uma chuva de papeis de diversas cores.
E a pergunta que se coloca agora é....que surpresas vamos reservar para os próximos casamentos???
quarta-feira, 11 de julho de 2007
CAMELO
Da minha última passagem por Viana recordo-me, para além das lindas paisagens e da "subida" a Santa Luzia, o delicioso manjar que degustei no simpático restaurante "O CAMELO".
Recordo-me de, inicialmente, me chocar a ideia de comer sarrabulho depois de saber o que era e de ter devorado todas as entradas que colocaram à minha frente, mas o Sarrabulho veio e acabou até por saber a pouco (mesmo tendo dado voltas para tentar arranjar um lugar no estômago para mais).
Foi por isso com natural entusiasmo que o Hugo e eu esfregámos as mãos quando se começou a falar da hipótese de jantarmos em Portuzelo naquele local.
O planeamento demorou meses, não porque fosse difícil, mas porque o entusiasmo era tal que cada dia parecia uma eternidade. Quando se chegou à hora, as expectativas eram enormes e foram desde logo cumpridas pelas saborosas entradas com que fomos presenteados.
A deliciosa salada de ovas e os apetitosos cogumelos com castanhas (que já aprendi a fazer) foram os appetizers que nos prepararam para a pièce de resisténce. O arroz de Sarrabulho não desiludiu, deixando com água na boca aqueles que não provaram o prato acompanhado com os rojões, morcela e a maçã.
Claro que houve aqueles amigos que optaram por não comer o saboroso Sarrabulho e não ficaram mal servidos. Desde o Polvo grelhado, ao Bife de Pimenta à Posta Mirandesa, tudo tinha um excelente aspecto se, caso se confirme que os olhos também comem, devemos todos ter engordado uma dezena de quilos.
Um pequeno senão que não chegou para ensombrar o jantar: devido ao convívio, terminámos o jantar tão tarde que já não foi possível provar outra das especialidades da casa: o Leite Creme. O mui antecipado final acabou por gorar-se mas, ao invés de esmorecer-mos, deixo aqui o desafio de fazer-mos uma nova peregrinação a VIANA para "matar o borrego" !
Recordo-me de, inicialmente, me chocar a ideia de comer sarrabulho depois de saber o que era e de ter devorado todas as entradas que colocaram à minha frente, mas o Sarrabulho veio e acabou até por saber a pouco (mesmo tendo dado voltas para tentar arranjar um lugar no estômago para mais).
Foi por isso com natural entusiasmo que o Hugo e eu esfregámos as mãos quando se começou a falar da hipótese de jantarmos em Portuzelo naquele local.
O planeamento demorou meses, não porque fosse difícil, mas porque o entusiasmo era tal que cada dia parecia uma eternidade. Quando se chegou à hora, as expectativas eram enormes e foram desde logo cumpridas pelas saborosas entradas com que fomos presenteados.
A deliciosa salada de ovas e os apetitosos cogumelos com castanhas (que já aprendi a fazer) foram os appetizers que nos prepararam para a pièce de resisténce. O arroz de Sarrabulho não desiludiu, deixando com água na boca aqueles que não provaram o prato acompanhado com os rojões, morcela e a maçã.
Claro que houve aqueles amigos que optaram por não comer o saboroso Sarrabulho e não ficaram mal servidos. Desde o Polvo grelhado, ao Bife de Pimenta à Posta Mirandesa, tudo tinha um excelente aspecto se, caso se confirme que os olhos também comem, devemos todos ter engordado uma dezena de quilos.
Um pequeno senão que não chegou para ensombrar o jantar: devido ao convívio, terminámos o jantar tão tarde que já não foi possível provar outra das especialidades da casa: o Leite Creme. O mui antecipado final acabou por gorar-se mas, ao invés de esmorecer-mos, deixo aqui o desafio de fazer-mos uma nova peregrinação a VIANA para "matar o borrego" !
APITA O COMBOIO

Uma das coisas que sempre tentamos saber quando vamos a um casório é o género musical que lá vai ser tocado para animar os convidados. Neste não foi diferente e na 6ª feira, quando o Paulo foi ter connosco procurá-mos saber com o que poderíamos contar no dia seguinte.
Não dando grandes respostas, o Paulo foi todavia claro quando disse que não teríamos uma sessão de APITA O COMBOIO, esse tema sempre mui querido e popular em todas as celebrações nacionais. Foi nesse preciso momento que nasceu um movimento espontâneo para que, no casório, não faltasse esta canção.
A oportunidade surgiu quando, já no final da festa, o Tiago Teixeira se lembrou de propor que fossemos falar com a banda convidada.
De início, a artista ficou surpresa com a minha abordagem pois tinha indicações expressas para não tocar aquela música. Perante a minha insistência, concorcou relutante, apenas porque dissemos que era uma dedicatória ao noivo da parte dos colegas do BCP.
E foi aí que o Carnaval se instalou. Foram chamar o Paulo e de uma forma espontânea um comboio de alegria e boa disposição passou por Vila Praia de Âncora. Todos os presentes se juntaram à festa e os videos e as fotos que estão na minha posse confirmam isso mesmo (num dos quais se vê o Hugo a dançar mas, passando pela mesa dos doces, a esticar a mão!!!!).
Não posso aqui deixar de destacar que a cantora, no entusiasmo da música atirou com um "APITA O COMBOIO...É UM TGB" um TGB????....MEMORÁVEL!!!
Não dando grandes respostas, o Paulo foi todavia claro quando disse que não teríamos uma sessão de APITA O COMBOIO, esse tema sempre mui querido e popular em todas as celebrações nacionais. Foi nesse preciso momento que nasceu um movimento espontâneo para que, no casório, não faltasse esta canção.
A oportunidade surgiu quando, já no final da festa, o Tiago Teixeira se lembrou de propor que fossemos falar com a banda convidada.
De início, a artista ficou surpresa com a minha abordagem pois tinha indicações expressas para não tocar aquela música. Perante a minha insistência, concorcou relutante, apenas porque dissemos que era uma dedicatória ao noivo da parte dos colegas do BCP.
E foi aí que o Carnaval se instalou. Foram chamar o Paulo e de uma forma espontânea um comboio de alegria e boa disposição passou por Vila Praia de Âncora. Todos os presentes se juntaram à festa e os videos e as fotos que estão na minha posse confirmam isso mesmo (num dos quais se vê o Hugo a dançar mas, passando pela mesa dos doces, a esticar a mão!!!!).
Não posso aqui deixar de destacar que a cantora, no entusiasmo da música atirou com um "APITA O COMBOIO...É UM TGB" um TGB????....MEMORÁVEL!!!
terça-feira, 10 de julho de 2007
A IDEIA
Logo no dia seguinte ao seu casamento, quer a Mónica quer o Paulo, procuraram saber o que todos nós pensámos do evento. Como é natural, nenhum deles teve tempo para dividir a atenção entre todos os convidados, para além dos normais cumprimentos da praxe.
Sabendo do seu interesse em obter um feed-back do que se passou, e sabendo que quando eles regressarem da Tailândia vão procurar saber todas as histórias de bastidores que ocorreram no dia 7.07.2007, lembrei-me de acelarar o processo e começar desde já um espaço onde podemos todos exprimir o que quiser-mos para que, quando voltarem a Portugal, possam ser informados dos nossos sentimentos.
É por isso que encorajo todas e quaisquer expressões de carinho e amizade que possamos aqui deixar.
10.07.2007
Rui Medeiros
Sabendo do seu interesse em obter um feed-back do que se passou, e sabendo que quando eles regressarem da Tailândia vão procurar saber todas as histórias de bastidores que ocorreram no dia 7.07.2007, lembrei-me de acelarar o processo e começar desde já um espaço onde podemos todos exprimir o que quiser-mos para que, quando voltarem a Portugal, possam ser informados dos nossos sentimentos.
É por isso que encorajo todas e quaisquer expressões de carinho e amizade que possamos aqui deixar.
10.07.2007
Rui Medeiros
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